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Desabafo de Segunda Feira

Publicado: 5 de abril de 2011 em Raul Seixas


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Billy Seixas

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Oh morte, tu é que és tão forte…

Minha mente caminha na frente de minha existência. Falo eu, comigo mesmo, com minha real pessoa, Raul Seixas. Em dias Dávilas…!
O criador meticuloso de uma Metamorfose Alternativa e, Metamorfozicamente o verbo, na denotação de mim mesmo, para com você machão estúpido…!
Escutei uma voz que desceu a minha direita dizendo:
_ Essas são minhas palavras, desejo eterno de minha fatal personalidade…!

Era o Mestre Wotan que concluiu:
_ Sou as amontoadas partículas de seres que uma vez somado comigo mesmo, surgiu Eu. Meus desejos e desesperos me compõem! Com o medo, que não tenho de mim mesmo, percebo toda minha subtração de Maluco Total que sempre se divide entre o Bem e o Mal de mim mesmo. Na eterna luta pela lucidez louca da paz interior e justiça para ToDos…!
Luto, comigo e com o Raul Seixas que quer consumir um cigarro atingindo-me no cume calmo de minha visão absurda sobre a mulher que sou…!

Faço-me trevas imitando a Lua para esconder o Leão que está em mim, quando deveria eu, atuar como um verbo em tentar imitar o Ser Luz, confundindo tempo e espaço em minhas fantásticas conotações, onde finjo fazer ou deixar de fazer as minhas lindas loucuras.
Eu me basto!
A morte mi ama…! Eu a odeio porque está sempre, a minha fiel procura, fingindo ser minha vida eterna. Ofereço amor, ela me dá prazer sobre a lanterna da vida na beleza à luz do dia…! Sou o fogo da vela que queima a chama da vida…! Apago as trevas quando a vela termina de queimar o meu ser…!

O Mestre Wiryd diz:
_ Ser sim, Ser não…! Tudo é uma questão idiota da vida, no meio de tantos desejos e ilusões…!
Estou só agora…! Ele, não está aqui…! Talvez uma saudade de mim mesmo, do Raul Seixas, que na verdade, está ali…! Olha-me esperando que eu faça alguma coisa, uma sacada, do meio do nada, de sua eternidade, onde me encontro para a sua loucura…!
Não vou te dar um cigarro…! Não fumarei por você…!
Na verdade, nunca estive só…!

Agora, ainda mais audacioso com minha nova persona, já não sou mais o mesmo…! Talvez essa, seja a grande verdade de quem fui há dez mil anos atrás…!
Vasculho todos os cantos que há dentro de mim a buscar-me, só para me doar a você…! Encontro eu, com cara de Raul Seixas, e, já não posso reconhecer o tal e desconheço-me sobre mim mesmo para o grande show da vida…!
Perco-me sobre a vida, mas novamente, encontro com a morte, que mais que de pressa, oferece a solidão de mim mesmo dentro da minha própria Thelema!
De mim, faz-se necessário eu, me encontrar agora…!
Quem sou eu?

Billy Seixas
Livro: Diálogo com Raul Seixas

Hoje é Feriado o Dia da Saudade

O dia mais belo para morrer, é quando você está se sentindo feliz. Hoje, a coisa mais importante e mais fácil é errar para viver. Viver é vencer o maior obstáculo que está sobre o seu medo. Medo este, que te faz cometer o maior erro sobre o abandono de si mesmo. No abandono está a raiz de todos os males. Tome coragem agora e abandona os males de sua vida.
O egoísmo é a distração mais bela para atrair a morte. Ela ama este seu trabalho.

O Mestre Wiryd diz:
_ Não desanime! Seria a pior derrota. O desânimo é a primeira necessidade que seu corpo pede para se comunicar com a morte.

O Mestre Wotan diz:
_ O que mais lhe deve fazer feliz hoje, é ser útil para construir uma base aos demais. Esse é o maior mistério que a morte possui sobre nós simples vermes. E, o nosso pior defeito é não acreditar no mau humor de sua própria existência. A pessoa que nos é mais perigosa e que está dentro de cada um de nós. É mentirosa e, seu sentimento é o mais pernicioso de todos os vícios.

O Mestre Wiryd diz:
_ Ela tem verdadeiro rancor pela vida. E seu melhor presente é ver o fim. Sua nobreza é tão grande quanto sua beleza. Ela é linda e nos envolve a cada dia com sua sutil persistência.

O Mestre Wotan diz:
_ Mas em seu fim, não tem perdão. O bem mais imprescindível para se nutri é o seu lar, o nosso corpo. É o caminho rápido, certo e seguro para a sua sensação de vitória. Para nós é terrível, mas para ela, é agradável.

Uma grande verdade isso, Mestre…!
A sua paz fria, com o nosso fim, é o sinônimo de vitória, em seu temível, interior. Sua maior satisfação! Cumprido o seu dever. Matar sem pudor para alimentar-se a si mesmo.
O Mestre Wiryd diz:
_ O que nos faz pensar em um Deus e, nos torna mais humanos, mediante este acento final. Mas, infelizmente, nos deixa sem tolerância. A dor é algo lastimável e incomoda os melhores professores.

O Mestre Wotan diz:
_ As crianças, não tem este medo, porque não sabem ainda sobre sua real consciência de morrer. As pessoas mais velhas temem e tem uma grande necessidade da vida. A morte é a força mais potente do mundo. Com ela, ninguém brinca. A fé para a morte é apenas uma escolha livre, para aliviar o medo. É ai que entra a mais bela de todas as coisas! O amor…! Este, sempre age, sobre o seu perfeito efeito, e, transmite uma ilusão persistente.

Um corpo é o canal da vida e da força, até a morte. Mas, sem inteligência, não pode sentir nada sobre si mesmo. Um corpo sem saúde é mórbido em seu equilíbrio e, não desfruta do amor de si mesmo. Um gênio do sistema alcança este amor. Mas, quando chega ao topo da escada de seu sucesso, não tem mais a esperança espiritual. Diante de tudo isso, devemos, a cada instante, procurar viver intensamente, todos os nossos poucos minutos que nos restas.

Não desanime! Seria a pior derrota. O desânimo é a primeira necessidade que seu corpo pede para se comunicar com a morte.

O Discípulo Billy Seixas Livro: A Sociedade Alternativa como Ele Queria

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O Desabafo

Publicado: 5 de abril de 2011 em Raul Seixas


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O Desabafo de Segunda Feira

Minha mente caminha na frente de minha existência. Falo eu, comigo mesmo, com minha real pessoa, Raul Seixas. Em dias Dávilas…!
O criador meticuloso de uma Metamorfose Alternativa e, Metamorfozicamente o verbo, na denotação de mim mesmo, para com você machão estúpido…!
Escutei uma voz que desceu a minha direita dizendo:
_ Essas são minhas palavras, desejo eterno de minha fatal personalidade…!

Clínica Tobias

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Era o Mestre Wotan que concluiu:
_ Sou as amontoadas partículas de seres que uma vez somado comigo mesmo, surgiu Eu. Meus desejos e desesperos me compõem! Com o medo, que não tenho de mim mesmo, percebo toda minha subtração de Maluco Total que sempre se divide entre o Bem e o Mal de mim mesmo. Na eterna luta pela lucidez louca da paz interior e justiça para ToDos…!
Luto, comigo e com o Raul Seixas que quer consumir um cigarro atingindo-me no cume calmo de minha visão absurda sobre a mulher que sou…!

Faço-me trevas imitando a Lua para esconder o Leão que está em mim, quando deveria eu, atuar como um verbo em tentar imitar o Ser Luz, confundindo tempo e espaço em minhas fantásticas conotações, onde finjo fazer ou deixar de fazer as minhas lindas loucuras.
Eu me basto!
A morte mi ama…! Eu a odeio porque está sempre, a minha fiel procura, fingindo ser minha vida eterna. Ofereço amor, ela me dá prazer sobre a lanterna da vida na beleza à luz do dia…! Sou o fogo da vela que queima a chama da vida…! Apago as trevas quando a vela termina de queimar o meu ser…!

O Mestre Wiryd diz:
_ Ser sim, Ser não…! Tudo é uma questão idiota da vida, no meio de tantos desejos e ilusões…!
Estou só agora…! Ele, não está aqui…! Talvez uma saudade de mim mesmo, do Raul Seixas, que na verdade, está ali…! Olha-me esperando que eu faça alguma coisa, uma sacada, do meio do nada, de sua eternidade, onde me encontro para a sua loucura…!
Não vou te dar um cigarro…! Não fumarei por você…!
Na verdade, nunca estive só…!

Agora, ainda mais audacioso com minha nova persona, já não sou mais o mesmo…! Talvez essa, seja a grande verdade de quem fui há dez mil anos atrás…!
Vasculho todos os cantos que há dentro de mim a buscar-me, só para me doar a você…! Encontro eu, com cara de Raul Seixas, e, já não posso reconhecer o tal e desconheço-me sobre mim mesmo para o grande show da vida…!
Perco-me sobre a vida, mas novamente, encontro com a morte, que mais que de pressa, oferece a solidão de mim mesmo dentro da minha própria Thelema!
De mim, faz-se necessário eu, me encontrar agora…!
Quem sou eu?

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Hoje é Feriado o Dia da Saudade

O dia mais belo para morrer, é quando você está se sentindo feliz. Hoje, a coisa mais importante e mais fácil é errar para viver. Viver é vencer o maior obstáculo que está sobre o seu medo. Medo este, que te faz cometer o maior erro sobre o abandono de si mesmo. No abandono está a raiz de todos os males. Tome coragem agora e abandona os males de sua vida.
O egoísmo é a distração mais bela para atrair a morte. Ela ama este seu trabalho.

O Mestre Wiryd diz:
_ Não desanime! Seria a pior derrota. O desânimo é a primeira necessidade que seu corpo pede para se comunicar com a morte.

O Mestre Wotan diz:
_ O que mais lhe deve fazer feliz hoje, é ser útil para construir uma base aos demais. Esse é o maior mistério que a morte possui sobre nós simples vermes. E, o nosso pior defeito é não acreditar no mau humor de sua própria existência. A pessoa que nos é mais perigosa e que está dentro de cada um de nós. É mentirosa e, seu sentimento é o mais pernicioso de todos os vícios.

O Mestre Wiryd diz:
_ Ela tem verdadeiro rancor pela vida. E seu melhor presente é ver o fim. Sua nobreza é tão grande quanto sua beleza. Ela é linda e nos envolve a cada dia com sua sutil persistência.

O Mestre Wotan diz:
_ Mas em seu fim, não tem perdão. O bem mais imprescindível para se nutri é o seu lar, o nosso corpo. É o caminho rápido, certo e seguro para a sua sensação de vitória. Para nós é terrível, mas para ela, é agradável.

Uma grande verdade isso, Mestre…!
A sua paz fria, com o nosso fim, é o sinônimo de vitória, em seu temível, interior. Sua maior satisfação! Cumprido o seu dever. Matar sem pudor para alimentar-se a si mesmo.
O Mestre Wiryd diz:
_ O que nos faz pensar em um Deus e, nos torna mais humanos, mediante este acento final. Mas, infelizmente, nos deixa sem tolerância. A dor é algo lastimável e incomoda os melhores professores.

O Mestre Wotan diz:
_ As crianças, não tem este medo, porque não sabem ainda sobre sua real consciência de morrer. As pessoas mais velhas temem e tem uma grande necessidade da vida. A morte é a força mais potente do mundo. Com ela, ninguém brinca. A fé para a morte é apenas uma escolha livre, para aliviar o medo. É ai que entra a mais bela de todas as coisas! O amor…! Este, sempre age, sobre o seu perfeito efeito, e, transmite uma ilusão persistente.

Um corpo é o canal da vida e da força, até a morte. Mas, sem inteligência, não pode sentir nada sobre si mesmo. Um corpo sem saúde é mórbido em seu equilíbrio e, não desfruta do amor de si mesmo. Um gênio do sistema alcança este amor. Mas, quando chega ao topo da escada de seu sucesso, não tem mais a esperança espiritual. Diante de tudo isso, devemos, a cada instante, procurar viver intensamente, todos os nossos poucos minutos que nos restas.

Não desanime! Seria a pior derrota. O desânimo é a primeira necessidade que seu corpo pede para se comunicar com a morte.

O Discípulo Billy Seixas Livro: A Sociedade Alternativa como Ele Queria

Gita Como Ele É

Publicado: 5 de abril de 2011 em Raul Seixas


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Gita como ele é

Só a morte tem acesso e, conhece o segredo do coração do tempo…! Mas, ela não vende este, por preço algum…! Pois, não tem nada que se compare a esta nobreza. A nobreza de um corpo vivo. O mundo em equilíbrio e dentro da eternidade da vida e da morte é perfeito, mesmo sobre a ilusão e as suas divergências, sobre o efeito infalível do maldito sistema.

Frase da minha música “O Olho de Deus”
Tirada do Livro o Bhagavad Gita

Eu Sou o Mistério do Sol

Eu Sou o Mistério do Sol

Sou filho das estrelas, sou o filho do Luar, sou átomo na alma, sem tempo de parar, eu sou a morte viva que veio pra ficar…
Meu veneno, não me é prejudicial…!!!??
Tema da música – O Olho de Deus.

Numa segunda música continuo a reafirmar a nobreza do teu nome.

O DesfrutaDÔ

O rumo da vida é um buraco furado
É uma porta sem rumo entro está condenado
Você vai morrer como escravo calado
Ninguém te mando entrar sem ser convidado

Eu Sou o Senhor e você é Desfrutado

Billy Seixas
Livro: Diálogo com Raul Seixas

O Embaixador

Publicado: 5 de abril de 2011 em Raul Seixas


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O Embaixador do Seu Próprio País

Em 1945, Salvador, Bahia.
Nascia um guri, que por azar, tinha o seu pé, dois meses mais velho, por ter nascido primeiro. Quinze anos depois começa a sua história no mundo da música.
Bahia! Feira da Indústria e Tecnologia. Boçais e donas de casas fascinadas por eletrodomésticos.
Nessa feira, tocava algumas bandinhas. Entre elas havia uma banda tal: Raulzito e “seus Panteras”. Um moleque que colecionava compactos de diversos artistas da época como; Jimi Hendrix, Elvis Presley, John Lennon, Little Richards e muitos outros, nessa fascinação após os textos Bíblicos de Mec Ky Thor.
Pensou!

Raul Seixas

Raul Seixas


– Quero ser uma grande Metamorfose Ambulante…!
Ele que estraçalhou com as regras do bom comportamento e a partir da singularidade de suas obras, destoado da pasteurização e da corrupção estrelosa que sempre caracterizou a sena local, entre o oportunismo e o sensacionalismo.
Embora já traquejado através de “seus Panteras”, marcado por sua infernal apresentação no fico em 1972, o Mestre apareceu para o grande público apenas em 1973 com Krig-há, Bandolo. Um dos mais importantes álbuns do Rock Brasileiro.
Naquela instância representou o contraste absoluto perante a ressaca, da tropicália. O pretensioso experimentalismo e o sub-progressismo que tentava mudar o Rock.
Assim como Ataúde no teatro, ele surgiu como barbárie, pelo prazer em transgredir na metafísica e nas dialéticas o grande vodu da sociedade, ou ateu, não sujeito a denominação.
Em seu rito musical cultural que acreditou e desacreditou de tudo, pregou a amplidão da Liberdade para a sociedade e ofereceu rosas para aqueles que falharam em seu caminho.
A essência da grande Metamorfose Ambulante, da sua, da nossa Sociedade Alternativa, entre o místico o ético, o sagrado e o profano, flagrou a trajetória do nosso País entre mínimos detalhes.
Correndo a história ou o que a ela pertencia, o nosso Mestre sacou com o fascismo da direita, hostilizou da esquerda, debochou dos ídolos dos sistemas, desfigurando-os em sua própria imagem.
Sartilizou a inocência do protesto! Chegou a ser hermético e mítico quando precisou, ou seja, quando a mídia destampou a sua ditadura que revisitou Don Ruan Dela Cruz, Wilian Black, Jorge Luiz Borges, Aleister Crowley e por vezes, curtiu ao analisar o mundo pela ótica cartiliana.
Surgiu! Foi contraditório porque nada mais que ninguém, sabia que não existia criatividade sem contradição.
Indomável ao seu fio condutor, sempre foi uma figura inteligente e autentica e jamais se rendeu ao monstro sist, o qual representa o falso colo da aliança entre a política e a religião.
Percebendo as mudanças fantoches do poder, como dizia André Greede:
_ “Todas as coisas já foram ditas, mas como ninguém, é preciso escutar, recomeçar sempre”.
Desequilibrou a pasmaceira, sucesseira de gente nos anos 80. Com o grito primário desafiador do Rock ‘n’ Roll.
No entanto, a maior lenda viva do Rock ‘n’ Roll de todos os tempos, engajado como os Backgrounds, a perfeição deu em um só canibal.
Coisa de Mestre e Discípulo.

Com vocês….! Ele …..! Raul Seixas. História Viva…

Billy Seixas
Texto: Livro A Sociedade Alternativa como Ele Queria

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