Fatos Inusitados

Publicado: 26 de fevereiro de 2011 em Átomo na Alma

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Billy Seixas

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O Inesperado Sempre Acontece

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DESDE 24 DE AGOSTO DE 1989

Show

Show interior de São Paulo 1989

Minha Primeira apresentação foi muito mágica. Pois, nem eu mesmo sabia que poderia fazer Show como um artista de verdade. Tudo acontecia, mas nem acreditava que era eu. No começo eu não podia discernir de verdade o que estava acontecendo, porque eu ainda não tinha o entendimento do poder mágico e da abertura da mente e de sua forte imaginação. Só sabia que a minha vida tinha acabado de ser transformada.
E, música Metamorfose Ambulante, foi à dose exata para me levar ao encontro com o mestre que me dava os toques.
Aprender a ver pelos ouvidos.

Show interior de São Paulo 1990

Com o pé na estrada, cantando e aprendendo sobre os teoremas da vida e do xadrez, tomei o gosto de viver sozinho, adorar a noite e a escuridão, o silêncio e a solidão, embora não me sentia só, e, sim, acompanhado de um homem bom, vivia em busca de grandes sacadas, onde poucos alcançam com suas mãos, minha espada era a baeta, a caneta e o violão, enxergava pelos ouvidos em busca da solução.
Em São Paulo cheguei a freqüentar um centro de candomblé para a busca da experiência. Pois, as más línguas diziam que o mestre fez pacto com o diabo, então resolvi tirar de letra.
Dancei a mandinga de roupas brancas e descalço por seis meses, e, nada me aconteceu. Rodavam-me o tempo todo, e, quando estava para cair de tonto, por me rodarem demais, elas me paravam e perguntavam:
_ Quem está ai?
Respondia que era eu mesmo, embora, muito tonto, porém, lúcido e conhecedor de uma experiência a mais para contar.

Show Osasco São Paulo 1991

Numa casa noturna, no centro de Osasco, numa apresentação, acompanhado da Banda Máquina Quente, onde outro cantor “Adriano Reis” era o cantor de abertura, também aconteceu um fato curioso. Meu show aconteceria no meio do evento dele e era apenas uma hora de atração. Mas, infelizmente, não pude fazê-la.
Quando anunciou Raul Seixas, a casa tremeu. Tinha uma galera de peso, uns barbudos e cabeludos que acabaram com a apresentação. Pois, no instante em que entrei só se via cadeiras, mesas e garrafas voando pelos altos. Foi num restaurante de nível elevado, e, logo veio o gerente e pediu para retirar-me do palco. Apenas abri com a Música Metamorfose Ambulante e não sai da introdução.
Acho que todos foram transformados.
Recebi o cachê no valor, representado apenas por dois minutos de atração e foi obrigado a ir embora rápido do local.

Show Osasco São Paulo 1992

Em outra casa, onde tocava uma vez por mês, aconteceu outro fato ainda mais curioso e complicado. Todas às vezes, quando terminava a minha apresentação, apareciam uns malucos com um cigarro de maconha e me pediam para fumar com eles. Eu sempre dava um jeitinho “fingindo que já estava às pampas”, e, eles se conformavam.
Quando foi certo dia, parece que desconfiaram que eu não fosse um fumante e ai sim, armaram uma sena sem escape. Chegaram nuns dez e em minha volta, rodearam me fechando e dizendo; “hoje vamos fumar com o Raul”.
To ferrado! Mas, pensei rápido…! Bum! Entortei-me todo, meio que cambaleando, cai no chão, fingindo estar muito louco. Ai eles entenderam que realmente eu estava de fato “muito louco” e chamaram os seguranças.
Quando percebi, já no camarinho, e, a sóis com os seguranças, disse que me deixassem porque estava tudo bem.
Até eles ficaram surpresos mediante a técnica herdada do mestre que sempre dizia:
_ Sou um tão bom ator, que finjo ser um cantor e compositor e todos acredita, vão à onda.

Show Osasco São Paulo 1993

Nesse período estava decidido a voltar para o interior de São Paulo, e, num dia antes da minha volta, conheci um cidadão que tinha o LP Metro Linha 743. Um disco raríssimo de se encontrar, e, quem tinha não vendia nem emprestava por nada.
Pois bem!
Talvez sendo eu o “Raul Seixas”, quando me arrisquei em pedir para tirar uma cópia na fita cassete, ele pensou duas vezes em me emprestar dizendo:
_ “Vou ser muito Maluco em te emprestar este LP porque nem te conheço, mas vou emprestar”.
Muito bem! Chegando a casa gravei eufórico com o pensamento fixo no sucesso por ter encontrado uma coisa que além de nova para mim, não tinha no interior.
Já com o PL debaixo do braço e saindo de casa para devolver, veio um pensamento de “Maluco Beleza”, um pensamento revelador de um “estado de ser e não ser”.
Imediatamente voltei para dentro de casa e pensativo fervia os meus neurônios.
Devolvo ou não devolvo? Puxa! Ele me colocou em uma posição de Ser mais Maluco do que ele, se não devolver. Mas, se devolvo, serei menos Maluco do que ele.
Foi ai que ele ficou sem o seu precioso LP. Eu não tive culpa.

Show Estado de Mato Grosso 1994

No final do Show que apresentei em MT, apareceu de repente uma garota no camarinho e voou em mim, agarrando como um bicho preguiça agarra em uma árvore, e, me lambia o suor que escorria pelo pescoço e não tinha quem a soltasse. Pois, tive que agüentá-la, trepada em mim até que desistisse por livre e espontânea vontade.
Quando se sentiu satisfeita, desceu de sua árvore (de mim) e não se importou com as pessoas a sua volta, que olhavam para ela, como se estivesse ali, alguém diante dela que há muito vinha necessitando.
Pois, me chupo como se eu fosse um pirulito.

Show no Paraná 1995

Fui contratado por um fazendeiro, para a inauguração de uma lanchonete no Estado do Paraná. Tinha aproximadamente umas setecentas pessoas, “casa cheia”, e no intervale, de um show de duas horas, cantei somente uma hora. Pois, ao sair para o intervale, ocorreu um inédito e curioso fato. Foram intransigentes 50% do povo fez fila para tocar em minhas barbas. Acharam-me jovem demais para ter uma barba tão grande, com apenas 25 anos de idade. E, o show acabou assim, com uma enorme fila para tocar em minhas barbas.
Foi uma coisa esquisita, mas no final deu tudo certo.

No Mesmo Dia

O Contratante me recepcionou em sua mansão, depois de pedir-me para escolher onde ficaria. Se no hotel ou em um quarto de hospedes em sua casa. Aceitei ficar próximo de sua família, já que era do gosto de todos.
Quando anoiteceu chegou uma visita inusitada e interessante, que me lembrou os tempos de criança. Era uma turma de “folia de reis”, coisa que vivi quando criança.
O interessante aconteceu no final da apresentação.
Tinha mais ou menos umas vinte pessoas, e, todos, sem nenhum tipo de receio, me estenderam as mãos pedindo bênção. Até que veio o último, o chefe, e disse-me:
_ “Benção seu padre”.
Respondi, vá que a permissão de Maluco Beleza compreende a sua necessidade psicológica. Ele me olhou meio sem graça e foram saindo, quando olhei do lado, todos da casa estavam rindo de mim, por ter sido transformado em padre por alguns instantes.

Show Presidente Prudente São Paulo 1996

Num show em uma escola, aconteceu um fato também estranho, meio que surrealista. O evento era meu, mas o dono da banda estava em dividas e resolveu me roubar na cara dura. Além de não ensaia com sua banda, o meu repertório, me aprontou um papelão.
No dia da apresentação, a banda não tocava nada, então resolvi imitar o mestre em um dos seus dias de intensa paranóia. Não deu outra. O público respondeu, compreendendo a magia do trabalho.
Fui obrigado a me jogar no chão e fazer diabruras de todas as espécies relembrando a grande viaje psicodélica do guru.
O complicado mesmo foi na hora de fazer o acerto. O ladrão correu e recebeu o cachê “em dinheiro”, na minha frente. Então tínhamos que acertar.
Bem ele disse-me para procurá-lo no dia seguinte.
Seguindo a solicitação fui ate a casa, e, veja só o que aconteceu.
Louco pelo dinheiro, disse-me que só daria 20% do valor, sendo que era ao contrário, este era o cachê dele.
Mediante tanta arrogância, acabei aceitando a proposta, e, mesmo assim, ele ainda não queria me dar o pequeno valor. Foi ai que seu filho e sua esposa, fizeram um papel de toureiro, coletando-o e derrubando ao sofá e tirando do seu bolso, o valor que aceitei receber.
Sorte dele porque estava eu vivendo um período de intensa busca espiritual, já há 15 dias sem comer, só vivendo de sucos, ri de sua arrogância recebendo o valor contrário e perguntando se aquilo era gente ou que bicho seria.
Ajudei a pagar o ônibus dele em seu financiamento.

Show Presidente Prudente São Paulo 1997

Numa dessas apresentações, ocorreu certo dia que um maluco gritou entre o público próximo ao palco:
_ “Porra meu! Dizem por ai que o Sylvio Passos tem tudo sobre o Raul. Ele tem o pau do Raul”?
Porra!
O público todo ficou em silêncio esperando uma boa resposta!
Mandei uma que convenceu á todos, de maneira tal que eu como o interprete, parecia ser o próprio mestre ali, diante deles.
Aproveitando o silêncio, encontrei uma resposta criada de maneira rápida, mas próxima da intimidade colocada sobre a pergunta e mandei com firmeza e muita segurança.
Olham aqui!
O pau do Raul o Sylvio não tem, mas uma cueca melada de coco ele tem.
O público enlouqueceu gritando e contemplando a “realidade” temporária, que mais parecia uma válvula de escape.

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